O PT (Partido dos Trabalhadores) divulgou o plano de governo para Mato Grosso do Sul com uma ressalva. O partido informou que as propostas foram pensadas com base na realidade até o dia 6 de julho de 2026. No documento, na página 2, há um aviso que diz que o texto passará por acréscimos e ajustes durante o período de campanha. A legenda classifica o material como um “documento vivo”.
A presidente do Hospital de Câncer Alfredo Abrão (HCAA), Sueli Lopes Telles, disse que negocia a construção de duas novas alas na unidade: a pediatria infantil e o centro cirúrgico. Segundo ela, o hospital já fez o pedido para a Fiems (Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso do Sul) e para a Associação Sul Matogrossense de Produtores de Novilho Precoce. O investimento previsto é de cerca de R$ 5 milhões.
A senadora Soraya Thronicke (PSB) terá que enviar mais informações ao STF (Supremo Tribunal Federal) sobre a denúncia que levou à Polícia Federal envolvendo Alfredo Gaspar (PL-AL). Gaspar foi escolhido como candidato a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro (PL). O ministro Gilmar Mendes deu 15 dias para que a senadora forneça dados que ajudem a identificar autores de mensagens, informações sobre ligações telefônicas e outros detalhes relacionados ao caso.
Soraya e o deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) procuraram a PF em março após receberem informações sobre um suposto estupro de vulnerável envolvendo Gaspar. O deputado nega a acusação, afirma que não há provas contra ele e diz estar disposto a fazer exame de DNA. Gaspar também acionou o STF contra os dois parlamentares por causa de declarações feitas durante a CPMI do INSS.
A prefeita de Campo Grande, Adriane Lopes (PP), afirmou que ainda aguarda a análise do CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) para avançar nas tratativas envolvendo a venda do Consórcio Guaicurus ao Grupo HP. Segundo ela, qualquer manifestação do município sobre a operação só ocorrerá após a aprovação do órgão federal. A prefeita explicou que, sem o aval do CADE, a negociação entre as empresas não pode ser concluída. Somente depois dessa etapa, a prefeitura poderá avaliar o pedido de mudança no controle da concessionária do transporte coletivo.
Adriane também destacou que uma eventual troca de comando não será suficiente para o município. A prefeita espera propostas de melhorias no serviço oferecido aos usuários. “Não basta trocar de dono a empresa. Eu não vou permitir que uma empresa de fora entre na Capital sem propor nenhuma mudança para o transporte de Campo Grande”, afirmou. O prazo médio para análise do CADE é de 60 dias. Após a aprovação, a operação ainda dependerá do aceite do poder concedente, no caso, a Prefeitura de Campo Grande.
A Secretaria de Estado de Administração (SAD) vai poder gastar até R$ 1,19 milhão na compra de pães e salgados para eventos durante um ano. A lista inclui pão francês, pão mandi, enroladinho de muçarela e presunto, enroladinho de salsicha, mini pizza, saltenha de frango e esfiha de carne. A fornecedora registrada é a Campos Eventos e Comércio Ltda.
A Polícia Militar de Mato Grosso do Sul criou sete comissões para revisar regras de atuação dos policiais em situações que vão de abordagens nas ruas ao uso da força. Os grupos terão de 60 a 90 dias para atualizar procedimentos sobre revista pessoal, veicular e domiciliar, uso de algemas, armas de incapacitação, granadas, gerenciamento de crises e ocorrências com feridos ou mortos após intervenção policial. Uma das comissões vai revisar especificamente o atendimento a pessoas com Transtorno do Espectro Autista. Outra ficará responsável pelas regras gerais sobre o chamado uso diferenciado da força. As sete portarias foram assinadas pelo comandante-geral Renato dos Anjos Garnes e substituem normas editadas em maio e junho.
O Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso do Sul manteve, por unanimidade, a decisão que considerou irregulares as contas de gestão da Câmara Municipal de Campo Grande referentes a 2016. O recurso foi rejeitado pelo Tribunal Pleno. Permanecem apontadas cinco irregularidades: falta de controle interno, uso de instituição financeira não oficial, inconsistências contábeis, divergência patrimonial e atraso no repasse de valores de IRRF e ISS. A multa aplicada anteriormente também foi mantida.
