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Brazil Kemp and Catan Raise Heat for Young Crowd

A sessão da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALEMS) desta quinta-feira (14) foi marcada por um clima de embate eleitoral. O deputado estadual Pedro Kemp levou à tribuna a repercussão dos áudios vazados que envolvem o senador Flávio Bolsonaro e o banqueiro Daniel Vorcaro.

Kemp usou tom crítico e fez referências pop em seu discurso. Ele comparou a situação à polêmica da marca Ypê e afirmou que “não haveria detergente suficiente” para limpar a candidatura do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro. Colegas classificaram a fala como um “stand up político”.

A resposta do deputado João Henrique Catan elevou a tensão. Ele relembrou um episódio em que Kemp caiu em uma blitz de trânsito e recusou o bafômetro, insinuando que o petista estaria bêbado. Kemp reagiu aos gritos, cobrando limites. O bate-boca exigiu a intervenção de outros deputados para evitar que a discussão saísse do controle.

Estudantes de Direito que acompanhavam a sessão viraram plateia do confronto. Risadas e celulares erguidos a cada troca de farpas deram ao ambiente um clima de espetáculo político.

O presidente da Assembleia, Gerson Claro, pediu que os parlamentares priorizem propostas úteis para a população. Catan deixou a sessão após a discussão.

O governador Eduardo Riedel completou 32 anos de casamento com a primeira-dama Mônica Riedel na quinta-feira. Ele celebrou as Bodas de Pinho nas redes sociais. A agenda do governador incluiu visitas a sete cidades da região Cone-Sul do Estado.

O Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) arquivou a investigação sobre denúncias de prejuízo durante o concurso público da ALEMS. O promotor Paulo César Zeni reconheceu que houve interrupção de energia, mas concluiu que não houve comprovação de prejuízo coletivo que justificasse a anulação do certame.

O MPMS destacou medidas emergenciais adotadas, como abertura de janelas e uso de lanternas. Dados da Fundação Carlos Chagas mostraram que candidatos que fizeram prova no IFMS tiveram média superior à geral. Foram 487 candidatos afetados, o equivalente a 6,6% do total.

A Polícia Civil de Mato Grosso do Sul (PCMS) padronizou o uso de pistolas calibre 9×19 mm da fabricante Glock. Futuras aquisições ficam restritas a esse sistema. A corporação justificou a medida como forma de reduzir custos e otimizar treinamentos, além de alinhamento técnico com a Polícia Federal, a PRF e a PCMT.

Sobre o autor: Agência de Notícias

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