Isabel Coixet, cineasta espanhola conhecida por filmes como Elisa y Marcela e a recente coprodução italiana Três Despedidas, revelou a pior experiência de sua carreira ao dirigir um ator.
Em entrevista ao programa Collapse, da 3Cat, conduzida por Jordi González, a diretora afirmou que jamais trabalharia novamente com o ator – não por arrogância, mas por ser um viciado.
Segundo Coixet, durante as filmagens de um projeto que ela considera seu pior filme, o ator não estava presente. “É muito difícil trabalhar com um ator que tem outro ator na frente dele, e você tem a câmera ali e vê que eles estão em outro mundo”, disse.
Ela contou que tentou de todos os modos ajudar, assim como a equipe, mas não funcionou. “Tivemos que cortar muita coisa e, com certeza, é o meu pior filme.” Coixet não sabia do problema ao escalar o ator. “Tivemos que interromper as filmagens para que eu pudesse fazer uma desintoxicação de duas semanas. Uma desintoxicação intensiva. Eu ficava me perguntando: ‘Por que ninguém me disse isso antes?'”
A diretora optou por não revelar o nome do ator nem o título do longa-metragem. Sua filmografia inclui trabalhos com grandes nomes do cinema, o que alimenta especulações.
Além de Elisa y Marcela, Coixet dirigiu A Vida Secreta das Palavras (2005), com Tim Robbins, e A Carta (2009), com Liam Neeson. Recentemente, estreou Três Despedidas, coprodução italiana. A experiência negativa relatada contrasta com sua trajetória de colaborações com atores renomados.
